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ACIV participa de campanha de prevenção a violência doméstica

A Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Varginha, participou na última quinta-feira (20) da Campanha Nacional Agosto Lilás de prevenção a violência doméstica. A ação que acontece em todo o país tem como objetivo combater a violência contra a mulher.

O evento aconteceu no Centro de Referência de Assistência Social – CRAS do bairro Novo Tempo. A iniciativa foi da Patrulha de Prevenção de Violência Doméstica da Polícia Militar e contou com apoio da ACIV, ACIV Mulher, OAB Mulher, Polícia Civil e Guarda Civil Municipal. Representando a entidade esteve a
No dia foram realizados diversos serviços de orientação a população, além de distribuição de brindes e kits de prevenção ao Covid-19 com álcool gel, máscaras e luvas. Representando a entidade esteve a vice-presidente da ACIV Mulher, Ana Carolina Petit.

“Existem várias formas de violência doméstica, tem a violência psicológica, moral, patrimonial, sexual e a violência física. A denúncia, em caso de emergência, deve ser feita através do 190 e tem o 180, que é específico para denúncias”, disse a policial militar, Sargento Barbhara.

“Hoje realizamos atendimento itinerante às vítimas de violência doméstica, informando sobre os seus direitos guarnecidos pela Lei Maria da Penha, como por exemplo, as medidas protetivas de emergência, incentivando as vítimas a denunciarem”, explicou a advogada, Pâmela Mendes.

Participando de eventos como esse a ACIV fortalece seu laço com as entidades envolvidas e também reforça seu lado social. Parabenizamos a Polícia Militar pela inciativa e esperamos que esse trabalho ajude as diversas famílias atendidas.

Lei Maria da Penha
No dia 7 de agosto a Lei Maria da Penha completou 14 anos, uma grande conquista que tem ajudado a criar mecanismos para reprimir a violência contra as mulheres e punir os agressores. Não são apenas cônjuges ou homens, como namorados e maridos, que podem ser punidos pela Lei, mas sim qualquer pessoa que cometer agressões contra a mulher em situações de violência no âmbito doméstico e/ou familiar.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, no mês de abril, primeiro mês da quarentena, a quantidade de denúncias de violência contra a mulher recebidas pelo número 180 teve alta de 40% em relação ao mesmo período de 2019. Esse número já tinha subido em março, mês em que teve início o isolamento social em sua última semana, com um avanço de quase 18%.
Já os casos de feminicídio tiveram alta de 22% durante a quarentena, segundo informações divulgadas em junho pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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